UMA ANÁLISE CRÍTICA E INTELIGENTE SOBRE A RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE A FORMAÇÃO DE MENTES MILIONÁRIAS E A EDUCAÇÃO NO BRASIL

As pessoas estão cada vez mais iguais, mais previsíveis, mais apegadas a coisas que no começo, meio ou fim, não conduzem a nada (talvez a uma falsa sensação de prazer). Por que será que 1% das pessoas tem a posse de 93% do dinheiro que está no mundo? Por que será que essas pessoas conseguem desfrutar de tanta qualidade de vida? Por que será que essas pessoas conseguem desfrutar de tanto luxo?

As instituições de ensino se aproveitam da “febre de diplomas”, onde cada vez mais rápido pode se “comprar um”, com menos estudo, menos pesquisa, menos presença, menos conhecimento, assim, qualquer idiota pode sair no mercado e gritar: “EU SOU ADMINISTRADOR!”, “EU SOU CONTADOR!”, “EU SOU DENTISTA!”, “EU SOU MÉDICO!”, “EU SOU PSICÓLOGO!”, ou qualquer outra carreira, porque é uma verdadeira vergonha o que está acontecendo. As instituições de ensino esqueceram-se do ser humano, essa é a realidade nua e crua.

Se você é estudante ou universitário, responda-me essas 3 perguntas:

• Quando foi à última vez que você teve orgulho de pisar na sala de aula e dizer convincentemente a você mesmo que aquilo tudo está valendo a pena?
• Quando foi o último fim de semana que você ansiou acabar porque tinha aula na segunda-feira?
• Quando foi à última vez que você teve certeza de que o conhecimento que você está recebendo dos seus “mestres” irá mesmo ser um grande diferencial no futuro?

E agora, a pergunta mágica:

• As pessoas que você paga para lhe ensinar, inspiram você?

Não podemos dizer que todos os “professores” são definitivamente uma fraude, conheci muitas pessoas excepcionais e que transformam a vida de seus alunos. Muitas das pessoas excepcionais que conheci e que dedicam a vida a ensinar, são grandes amigos meus e sempre trocamos figurinhas, são pessoas que fazem a diferença para os alunos e que levam o conhecimento a um nível muito além daquele exigido pelas instituições de ensino (que deveriam ser chamadas de “instituições financeiras”).

A desculpa também não pode ser o salário da classe, a final cada um escolhe seu caminho e o ser humano é um ser racional e com a capacidade de transcender, sempre pode começar de novo e voltar a sorrir da vida. As pessoas não podem pagar o preço da ignorância porque um professor é mal remunerado.

Enfim, para terminar o meu raciocínio, se não sentimos paixão pelo nosso ensino (metodologia e didática), nos afastaremos ao máximo da educação, e teremos que aprender isso na sociedade, com a velha situação “tentativa e erro”. Assim, se a qualidade da nossa educação fosse melhor, teríamos mais candidatos a uma vida extraordinária.

Amor e Sabedoria.

Thiago Tombini

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